segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Passeio no Zoo

No domingo passado fomos levar o Bernardo e a Ilana para conhecer o zoológico,  o dia estava muito quente e resolvemos sair depois do almoço. Fomos precavidos de muita água e refrigerantes gelados.
Fazia uns 10 anos que eu não visitava o zoo,  e para meu espanto quase nada mudou além do crescimento das árvores.  O espaço dos  ruminantes está bom, porém fiquei decepcionada  com as jaulas dos felinos e ursos, nada mudou, as condições das jaulas são precárias, não tem nada parecido com o habitat natural desses animais. Com o imenso calor eles estavam assoleados atirados pelo chão ou enfiados  nas tocas onde tinha sombra.  Os alambrados onde antigamente podíamos ver os animais por cima estão interditados, bom se estivesse em obras para melhorar a segurança dos visitantes, mas não, apenas fecharam com uma cerca que não evitaria nenhum acidente, caso alguma criança ultrapassasse as ‘’barreiras’’.  No mais o passeio continua sendo inesquecível, principalmente quando vemos os ‘’olhinhos’’ do nosso neto brilhando e pedindo para ver a zebra de vidro, até agora não sabemos o que ele queria dizer, porém  estava muito feliz. Os elefantes deram um show especial, desfilaram de tombas dadas e vieram bem perto de nós, porém os hipopótamos estavam submersos, e quase não os vimos.  
Comemos sorvete, algodão doce e tudo que um passeio destes merece. Fiquei exausta mas valeu a pena, pois a volta foi alegre e cheia de assunto. O Bernardo cochilou no carro e acordou sorrindo, e isso já paga o cansaço!!



sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Desabafo de uma motoqueira...

por Emanuelle Maia, sexta, 25 de Novembro de 2011 às 15:06

Estou cada vez mais preocupada com nossa sociedade. Estamos no auge da luta contra preconceitos e bullyngs, e me deparo com uma discriminação sem cabimento destas: motociclistas agora terão que andar de colete sinalizador, placa no capacete e talvez não possa mais ter caroneiro durante a semana. Mas por quê? Segundo nossos queridos legisladores, a lei que em debate ajudará a diminuir o crime executado por "motoqueiros". Então deixa eu ver se entendi direito: terei que gastar dinheiro, andar como um holofote pelas ruas, sem o direito de dar carona a ninguém para dizer: "olha, eu não sou criminosa"??? E dizem que moro em um país livre??? Precisamos de um melhor planejamento do tráfego, de maior segurança nas ruas e fiscalização. Se o Governo não consegue nos dar os direitos básicos, não é justo que nós tenhamos que pagar por isso! NÃO, eu NÃO vou ter que ficar provando que não sou marginal. Esta lei é um preconceito contra pessoas de bem que usam a moto todos os dias pelas ruas das cidades que estão cada vez mais congestionadas, tornando-se um meio de escape diante um trânsito caótico, que somos vítimas das centenas de buracos que precisamos desviar, de automóveis que nos jogam para o corredor porque acham que lugar de motoqueiro é no meio (acreditem isso acontece) e outros tantos que não sabem obedecer a faixinha branca pontilhada, muito menos respeitam um motociclista que está andando conforme a lei. Essa estigmatização de que todo motoqueiro é bandido TEM QUE PARAR!!! Chega de preconceitos!!! Quero RESPEITO!!!

Faça das palavras da minha filha, as minhas palavras e convoco todos os motociclistas do bem a atuarem juntos nesta campanha, não precisamos provar que não somos criminosos, o ESTADO é quem tem a obrigação de proteger o povo e combater os criminosos.

LIDI (muito indignada)

sábado, 22 de outubro de 2011

Felicidade x família

Isole-se e reflita: Sou feliz? O que falta para minha felicidade? Às vezes estamos tristes porque não temos dinheiro para comprar alguma coisa que julgamos importante, que provavelmente sobreviveríamos sem ela. Mas conseguimos sobreviver sem nossa família? Não, eu não consigo. Tentei ficar um tempo só, para refletir, olhar novos rumos. Confesso que no inicio foi agradável, uma sensação de liberdade que acabou transformando-se em um grande vazio. Faltava a presença do meu filho e nora bagunceiros, meu neto carinhoso e dos mimos do marido. Nem sei fazer café direito, descascar uma laranja nem pensar. Quando tenho algum tipo de dor não tomo remédio sozinha, são tantas manhas que fiquei mal acostumada. E por que mesmo tenho que ficar sozinha para refletir? Posso fazer isso sempre que quiser e as coisas que me incomodam não me sufocarão mais. Então, de volta a família com marido, filhos, netos, nora e genros, gatos, cães. Que venham as coisas boas e os problemas também, pois unidos somos imbatíveis!!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Nada como um dia após o outro

Foram três anos de perseguições, exclusão partidária, assistindo a queda de um ''império'' ao qual ajudei construir. A ganância, arrogância e incompetência tomaram conta daqueles seres que um dia foram companheiros, e esqueceram que as divergências não nos tornam inimigos, apenas pensamos diferente, portanto deveríamos ter sido respeitados. 
Criaram um mundo do faz de conta, onde a cidade estava bem, a saúde atendendo a todos, a educação melhor ainda, só não esperavam que o POVO exigisse dos vereadores uma posição de cobrança, de fiscalização e atitude. Todos os dias chegam centenas de emails implorando uma posição firme dos vereadores, engana-se quem acha que a população não estava alerta e cobrando transparência neste processo de cassação. 
Agora temos um grande desafio: não decepcionar as pessoas que confiaram na mudança, se depender de mim, vou trabalhar muito, como sempre fiz. Um grande abraço.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Sem olhar para trás.

Amanhecer em Arambaré

Quando decidimos mudar o rumo de nossas vidas, temos que fazer isso sem olhar para trás, deixar no passado,  tudo que nos incomoda. Fazer isso é muito difícil e dolorido, principalmente quando deixamos tudo que construímos, levando apenas as roupas do corpo e outras numa sacola. É preciso ter muita coragem e desprendimento para ouvir a voz de um neto amado te pedindo para voltar.
Foi assim que virei uma página na minha vida, decidida peguei uma mochila subi na moto  e saí rua a fora. A chuva molhava meu corpo, mas meu coração começava a bater aliviado, meus pensamentos voavam mais rápido do que eu dirigia, indagando e agora?  O tempo passou e ainda não encontrei a resposta. Sei apenas que preciso de paz, talvez um novo amor, pois perdi a esperança de conviver em harmonia com a pessoa que havia escolhido para viver até o fim dos meus dias.
A vida passa rápida, preciso aprender a conviver comigo mesma, valorizar-me, esquecer as dores e mágoas, seguir em frente de cabeça erguida e sem medo de ser feliz. 

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Meio século e a vida continua...

Cheguei ao meio século, e nada mudou. Quando jovens pensamos que a idade nos mudaria, porém continuo a mesma menina obstinada de antigamente. apenas mudei as metas, que hoje são mais elaboradas, pé no chão. Aos quatorze anos, dizia que quando atingisse a maioridade, compraria uma motocicleta e sumiria no mundo. Demorei bem mais do que os quatro anos para ter minha moto, e não sumi, aliás, estou bem visível e correndo atrás dos meus objetivos, me preparei  e agora busco a eleição para o conselho tutelar. Quero por em prática tudo que aprendi durante este tempo. Estou muito feliz pelos apoios que estão chegando todos os dias, pessoas que confiam em mim e na seriedade do meu trabalho. Obrigada a todos e todas! vamos levando a vida, quem canta seus males espanta. Beijão.